Uma boa semana,
Ilo.
Volver a los 17 en Quito 2007 (Mercedes Sosa)
segunda-feira, 31 de março de 2008
SOBRE A FESTA DE DONA NAIR

Estimado Bira.
Meu abraço.
Não imaginas a alegria que tive qdo abri o blog de Macau e vi sua narração a respeito da prima Nair.Você me fez voltar aos velhos tempos de Macau. Parece até que estava na esquina da mercearia da tia Salomé, observando todo movimento com nossos familiares. O tempo passa, a vida continua. O que não passa são as lembranças que temos de nossa infancia e juventude vivida em Macau no seio da familia. Você está de parabéns pela crônica e pelas fotos dos familiares. Como gostaria de estar em Macau para relembrar os bons momentos da vida que só ela (Macau) soube nos dá.
Parabéns mesmo, gostei muito.
Abraços,
Laurênio Montenegro
FRASES QUE ME FAZEM PARAR PARA PENSAR

Nos últimos anos, li muita coluna social dos anos 30 e 40. Uma despertou a minha atenção para uma frase, onde o autor da crônica, identificado como "S.", referiu-se à reconstrução do Natal-Club, que fora fundado em 1906 e passara um tempo sem funcionar.
Em 21 de julho de 1940, quando essa crônica foi publicada no Jornal A República, a cidade do Natal foi informada de que seria reconstruido um outro edifício para funcionar o mesmo club. No meio, eu destaquei o seguinte, onde bastaria substituir o nome Natal-Club para atualizar aos dias de hoje:
"Os dias correm tão céleres e em torno de nós tudo se afoga tão depressa no esquecimento, que, afinal, terminamos como aquele personagem de Anatole, só amando e beijando sombras. O [Natal-Club] proporcionará aos descrentes a certeza de que a tenacidade tem forças para ressuscitar ruínas".
ATENÇÃO!!! HARRY POTTER TAMBÉM É IMPORTANTE

Adoro filmes infantis, desenhos animados e revistas em quadrinho. O prazer com essas leituras, depois de tive um filho, foi aguçado novamente. Sempre que tenho oportunidade, recomendo às pessoas amigas que leiam determinados livros ou assistam alguns filmes. Por exemplo, quem não assistiu, precisa assistir aos filmes Rei Leão I, Procurando Nemo e Harry Potter I, II e II (principalmente). Assim como ler: O Teorema do Papagaio e as crônicas dos Irmãos Grimms.
Digo que a urgência em ter acesso a esse conhecimento é para que tenhamos tempo ainda de nos tornarmos gente grande (ainda estou tentando).
A leitura de Harry Potter é especial. Eu li os 5 primeiros números numa só tacada. Uma semana e os havia engolido. Além de ser uma leitura deliciosa, tem algumas lições que todo mundo deveria aprender. Vou me referi a apenas duas que estão resumidas em poucas palavras. São elas: RIDICULUS e ESPECTRUM PATRONUS.
Como Harry é um bruxo, a ambiência de sua história é no mundo dos bruxos. As citadas palavras são mágicas e são capazes de fazer milagres. Eu já experimentei e funcionou.
A leitura de Harry Potter é especial. Eu li os 5 primeiros números numa só tacada. Uma semana e os havia engolido. Além de ser uma leitura deliciosa, tem algumas lições que todo mundo deveria aprender. Vou me referi a apenas duas que estão resumidas em poucas palavras. São elas: RIDICULUS e ESPECTRUM PATRONUS.
Como Harry é um bruxo, a ambiência de sua história é no mundo dos bruxos. As citadas palavras são mágicas e são capazes de fazer milagres. Eu já experimentei e funcionou.
Primeiro é necessário comprar uma varinha mágica. Mas, cuidado!!! Nem toda varinha servirá para você. E não é você quem irá escolher a varinha. Ao contrário, quando for comprar a sua varinha, ela o escolherá. Não se preocupe que elas sabem a quem pertencer.
Outro detalhe importante a observar é o movimento que precisam fazer com a varinha. O movimento deve ser circular, meio espiralado, de cima para baixo para depois, apontar para o alvo.
Outro detalhe importante a observar é o movimento que precisam fazer com a varinha. O movimento deve ser circular, meio espiralado, de cima para baixo para depois, apontar para o alvo.
Ah!!! Não esqueça!!! Esse conjunto de instruções precisa ser feito em, no máximo, 3 segundos. Quando esqueço a minha em casa, utilizo o dedo indicador da mão direita e sempre funciona. Faço o movimento meio escondido e mentalizo em silêncio as palavras mágicas. E tchum!!! É tiro e queda!!!
A primeira lição que aprendi com Harry Potter é a utilização da palavra RIDICULUS. Ao movimentar minha varinha e expressar esta palavra , resolvo quase todos os seus medos e problemas. Ou seja, transformo tudo o que me incomoda em coisas ridículas.
A primeira lição que aprendi com Harry Potter é a utilização da palavra RIDICULUS. Ao movimentar minha varinha e expressar esta palavra , resolvo quase todos os seus medos e problemas. Ou seja, transformo tudo o que me incomoda em coisas ridículas.
Os medos e problemas a serem enfrentados pelo exercício bruxo também podem ser materializados em ocasiões (defesa de doutorado), viagens e, principalmente, pessoas. Quando você se deparar com ocasiões ou pessoas que causam danos, prejuízos emocionais e outros males, então aponte sua varinha para elas e diga RIDICULUS. Pronto!!! Poderá transformá-las em qualquer coisa risível.
Agindo assim, você enfreta seus problemas e sente uma paz profunda. E, havemos de convir, é muito melhor usar a bruxaria do que recorrer a Irmã Iracema ou outras cartomantes.
A outra expressão que Harry Potter me ensinou foi ESPECTRUM PATRONUS, que é a mágica da proteção. Para que ela funcione, de verdade, é necessário concentrar e mentalizar todas as lembranças boas, pessoas boas (amigos e familiares bons) e coisas boas que aconteceram ou passaram pela sua vida. Isso fará com que seja projetado ao seu redor uma aura invisível. que o protegerá de tudo ou qualquer mal.
Por incrível que pareça, são exercícios que precisam ser praticados quase diariamente.
Agindo assim, você enfreta seus problemas e sente uma paz profunda. E, havemos de convir, é muito melhor usar a bruxaria do que recorrer a Irmã Iracema ou outras cartomantes.
A outra expressão que Harry Potter me ensinou foi ESPECTRUM PATRONUS, que é a mágica da proteção. Para que ela funcione, de verdade, é necessário concentrar e mentalizar todas as lembranças boas, pessoas boas (amigos e familiares bons) e coisas boas que aconteceram ou passaram pela sua vida. Isso fará com que seja projetado ao seu redor uma aura invisível. que o protegerá de tudo ou qualquer mal.
Por incrível que pareça, são exercícios que precisam ser praticados quase diariamente.
É óóótimo!
As duas magias juntas estão, dia após dia, transformando algo dentro de mim. Talvez, me deixando mais forte e mais preparada para uma próxima oportunidade, quando terei que sacar minha varinha novamente para defender a minha paz.
O BAR DO QUEBRA OSSOS

Olha só pessoal do Blog! A Drª. Fessora tomou todas e ficou de resaca. E vem com onda de que o sobrinho é que consola a solidão das postagens. E anda dizendo que nós Priziacas estamos sumido. Ela vai para um tal de Bar Quebra Osso e esquece que estamos todos brechando esperando novidades.
Cuidado Fessorinha das teses! Nós estamos de olho na Senhora!!!!!! Kakakakakakakakakakakakakakakakak!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Esse tal de Quebra Osso é lá nome que se coloque no Bar. É mais feio do a palavra Teje Preso. Hahahahahahahahahahahah!!!!!!!! Esse nome é mais feio do que o Bar A Cabeça do Bóde!!!! Bricaderinha fessora, nós sabemos que a Senhora é um fessora séria só bebe Coca-Cola. KAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAK! Chico Ilo, vê se pode! Existe uma tal de uma Bar "QUEBRA OSSO" já pensou??
Se é em Macau um Bar desse?? Tava todos Lascados! Cada Porre era um vexame. Kakakakakakakakaakakakaka!!!!!!
Abração Kinkas.
(Gio) É isso mesmo. Só tomo coca-cola e não teve festa nenhuma...
NÃO, NÃO SOLI NÃO

Tia gigi, não soli não, esse cala são assi memo. Depós do canavá eles fica tudinho de resarca.Kkakakakakakakakakakakakak!!!!!!!!Imasina só tia, quem vai apalece no teu blugo, sela que vai da a cabecinha dele na tela???Hahahahahahahahahahahahah!!!!!!!!!! deista, eu vou plocula onde anda os piziacas.Hahahahahahahahah!!!!!
Chupeta
ANIVERSÁRIO DE DONA NAIR

No último dia 15 de março comemoramos o aniversário de 80 anos da minha mãe, Dona Nair de Victor Maná e os meus 45 carnavais. Na oportunidade reunimos nossa família, que é bastante numerosa, e as amigas mais chegadas da aniversariante. Foi um momento rico em muitas emoções, muitos macauísmos e muitos macauenses. Posto neste blog a homenagem que fiz a Mamãe, pois sei que entre prisiacas e brexeiros tem muita gente que a conhece, e aqueles que não tiveram a oportunidade, certamente serão solidários a este momento em que festejamos a vida de uma matriarca macauense.
Bira, Nadete e Ivonete
Bira, Neuza e Vilma
Bira e ChicoDiante da tarefa a mim atribuída pelos meus irmãos de escrever algumas palavras sobre a nossa queridíssima homenageada, temi em incorrer no pecado da blasfêmia, pois para min, dissertar sobre minha mãe é discorrer sobre tema sagrado. Por outro lado não poderia me furtar de cumprir tão honrosa missão, portanto tentarei o impossível: expressar em poucas palavras o que permeia a minha imaginação, o meu coração e, quem sabe, a minha alma, do privilégio que têm sido ter a minha existência vinculada a um ser humano tão incomum.
Dona Nair de Victor, de dona Joaninha, de Seu Joca, de todos nós, faz da sua vida um sacrifício diário de amor ao próximo, num testemunho de abnegação exemplar. “Sacro Ofício”. Permitam-me esclarecer: sacro é aquilo que é sagrado e ofício é o dever, a obrigação. Abnegação é o fazer sem esperar nada em troca. Então entendamos: Dona Nair leva a vida no exercício sagrado de amar a tudo e a todos que a cercam, não só a nós seus filhos! O instinto talvez bastasse. Mas as plantas, os animais, aquelas que a serviram como domésticas, os amigos dos seus filhos, genros, noras, vizinhos, mendigos, enfim, toda forma de vida que for honrada pelo seu convívio.
Quem conhece de perto a sua casa sabe que ela conversa com suas plantas e como seus cuidados as fazem belas. Dos mimos com os seus bichinhos queridos, das filhas adotivas que lá por casa passaram e nela encontraram não uma patroa, mas uma segunda mãe, dos nossos amigos e amigas de infância e adolescência que recebiam os mesmos cuidados a nós dedicados, da sogra-mãe, da vizinha-mãe, da tia-mãe, da prima-mãe...
Trago a tona alguns episódios notáveis, os chamados atos concretos: a sua dedicação como filha aos nossos queridos avós Seu Victor e Dona Joana que viveram seus outonos com dignidade, cercados de todos os cuidados e tratados com o respeito que toda sociedade deveria dar aos seus idosos e que hoje a família que ela construiu sabe manter, mesmo quando o mundo lá fora nos diz o contrário. O exemplo maior de abnegação quando cuidou como nem toda filha cuidaria da nossa saudosa Maria Virgínia das Neves, que em nossa casa chegou para os serviços domésticos, foi eleita membro da família e entre nós envelheceu encontrando naquela que um dia fora sua patroa, mais que uma filha, mas com certeza uma mãe, como ela própria chegou a chamar Dona Nair nas sandices dos seus últimos dias. A solidariedade levada ao extremo ao dividir com suas amigas, vizinhas o seu próprio leite, o leite dos seus filhos, amamentando a cria que não era sua, apenas para a vida ser preservada. Nossos irmãos Paulo Élton, que Deus o tenha, Quincas, Wellington e a nossa prima-irmã Glória Maria que mamaram no mesmo peito que eu e meus irmãos de sangue. As adoções das sobrinhas tortas, posto ser Dona Nair filha única. Odete e Ivonete são para ela um misto de irmãs e filhas, e das primas como irmãs, Neuza, Áurea, Vanda e seu irmão de criação Manoel de Victor, a quem ela também dedica, sem dúvida alguma, a sua reconhecida fé em Deus, nas suas orações.
Seriam necessários mais oitenta anos para enumerarmos os seus ofícios sagrados, entretanto há ainda um papel que ela desempenha também exemplarmente: Esposa! Já passados bem mais que 50 anos a impressão que tenho é que os meus pais se amam hoje mais que antes e que se amarão mais e mais além dos limites da juventude e do tempo, sempre com a marca da sua abnegação, do seu cuidado, do seu zelo.
Finalmente não poderia deixar de me referir como seu filho legítimo. Não consigo encontrar palavras. Talvez porque de fato elas não existam. É como um milagre: inefável. Mas o milagre eu posso contar; ela não nos deu a luz apenas uma vez, Dona Nair dá a luz aos seus filhos todos os dias e noites da sua vida! Suas orações milagrosas nos protegem, sua fé nos ilumina e os seus seios sempre fartos que um dia nos alimentou de saúde física, ainda nos alimenta nos seus oitenta anos com a proteína do amor incondicional e a vitamina do afeto inconfundível e inesgotável.
Hoje diante dessa comunidade, renovamos as nossas esperanças na possibilidade de vivermos num mundo melhor, de sermos seres humanos melhores, pois temos o testemunho da nossa mãe, amiga, esposa, avó, prima-irmã, da infalibilidade do maior dos mandamentos: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.
Dona Nair de Victor, de dona Joaninha, de Seu Joca, de todos nós, faz da sua vida um sacrifício diário de amor ao próximo, num testemunho de abnegação exemplar. “Sacro Ofício”. Permitam-me esclarecer: sacro é aquilo que é sagrado e ofício é o dever, a obrigação. Abnegação é o fazer sem esperar nada em troca. Então entendamos: Dona Nair leva a vida no exercício sagrado de amar a tudo e a todos que a cercam, não só a nós seus filhos! O instinto talvez bastasse. Mas as plantas, os animais, aquelas que a serviram como domésticas, os amigos dos seus filhos, genros, noras, vizinhos, mendigos, enfim, toda forma de vida que for honrada pelo seu convívio.
Quem conhece de perto a sua casa sabe que ela conversa com suas plantas e como seus cuidados as fazem belas. Dos mimos com os seus bichinhos queridos, das filhas adotivas que lá por casa passaram e nela encontraram não uma patroa, mas uma segunda mãe, dos nossos amigos e amigas de infância e adolescência que recebiam os mesmos cuidados a nós dedicados, da sogra-mãe, da vizinha-mãe, da tia-mãe, da prima-mãe...
Trago a tona alguns episódios notáveis, os chamados atos concretos: a sua dedicação como filha aos nossos queridos avós Seu Victor e Dona Joana que viveram seus outonos com dignidade, cercados de todos os cuidados e tratados com o respeito que toda sociedade deveria dar aos seus idosos e que hoje a família que ela construiu sabe manter, mesmo quando o mundo lá fora nos diz o contrário. O exemplo maior de abnegação quando cuidou como nem toda filha cuidaria da nossa saudosa Maria Virgínia das Neves, que em nossa casa chegou para os serviços domésticos, foi eleita membro da família e entre nós envelheceu encontrando naquela que um dia fora sua patroa, mais que uma filha, mas com certeza uma mãe, como ela própria chegou a chamar Dona Nair nas sandices dos seus últimos dias. A solidariedade levada ao extremo ao dividir com suas amigas, vizinhas o seu próprio leite, o leite dos seus filhos, amamentando a cria que não era sua, apenas para a vida ser preservada. Nossos irmãos Paulo Élton, que Deus o tenha, Quincas, Wellington e a nossa prima-irmã Glória Maria que mamaram no mesmo peito que eu e meus irmãos de sangue. As adoções das sobrinhas tortas, posto ser Dona Nair filha única. Odete e Ivonete são para ela um misto de irmãs e filhas, e das primas como irmãs, Neuza, Áurea, Vanda e seu irmão de criação Manoel de Victor, a quem ela também dedica, sem dúvida alguma, a sua reconhecida fé em Deus, nas suas orações.
Seriam necessários mais oitenta anos para enumerarmos os seus ofícios sagrados, entretanto há ainda um papel que ela desempenha também exemplarmente: Esposa! Já passados bem mais que 50 anos a impressão que tenho é que os meus pais se amam hoje mais que antes e que se amarão mais e mais além dos limites da juventude e do tempo, sempre com a marca da sua abnegação, do seu cuidado, do seu zelo.
Finalmente não poderia deixar de me referir como seu filho legítimo. Não consigo encontrar palavras. Talvez porque de fato elas não existam. É como um milagre: inefável. Mas o milagre eu posso contar; ela não nos deu a luz apenas uma vez, Dona Nair dá a luz aos seus filhos todos os dias e noites da sua vida! Suas orações milagrosas nos protegem, sua fé nos ilumina e os seus seios sempre fartos que um dia nos alimentou de saúde física, ainda nos alimenta nos seus oitenta anos com a proteína do amor incondicional e a vitamina do afeto inconfundível e inesgotável.
Hoje diante dessa comunidade, renovamos as nossas esperanças na possibilidade de vivermos num mundo melhor, de sermos seres humanos melhores, pois temos o testemunho da nossa mãe, amiga, esposa, avó, prima-irmã, da infalibilidade do maior dos mandamentos: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.
Bira entre matriarcas
Bira, Zé e Ivanildo
Meio Milênio
Minha filha Luísa Pinheiro Lemos sendo apresentada a Vanda, Ivonete e Vilma por meu pai e minha mãe
Zé de Romão, Chico de Bilá, Nair de Victor, Ivanildo de Salvina .
(Gio): Parabéns a Dona Nair. Diga que mandei um abração.
A LÓGICA DE EINSTEIN

Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, o gênio Albert Einstein, que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram: - Pode nos dizer como?
- É simples - respondeu o Einstein - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz. 'Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos'.
Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança. (Albert Einstein)
Conclusão:
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.
QUEBRANO US OSSO DA DOTÔRA

Êita que os pessoá istão numa marola de dá dó! Ninguém fala, ninguém iscreve, acho que tão tudo cum uma pruiguiça só. Vôte, eu digo é valha! Inté a minina qui iscreve no brog vai fazê uma investigação pra sabê si isso é o quê ou sei lá?
Mas tai, vige, demais até. Né não?
Disseru que agente tinha de ir vê ela numa tá de banca. Pois bem, eu fui. Mas, fiquei me priguntando cumigo mêrmo. “ Cumigo mermo, adonde é essa ta de banca?”. Sai disortientadazinha. Passei no mercado, na banca de Maria Gorda, ela nun tava lá. Fui pelo beco das quatro boca na banca de jogo de barai de amiguin, ela nun tava lá. Dispois cheguei numa casa qui tinha assim iscrito na parede. PARA TODOS, banca de jogo de bicho, tumém ela nun tava lá. E eu sai picurando. Sabia que eu ia incrontar. Mermo cuns meus pés produjicado de tanto andar, mai eu fui. Saí... têi, têi, têi... Cheguei na banca do peixe. Tava Bôzera vedeno carapeba da barraca, tinha cação, piaba, tudo, tudo, mas ele, nun tava lá.
Entonces eu dixe: “Mai será o Binidito. Qui essa cabrita ta me descompondo e eu nun sei?” E fui im frente cheguei numa banca de bolo da isquina do mercado... e ela? Não, nun tava tumem não. E eu fui me apoquentando, ficando inquricada, tendo que expromentar aquilo tudo, já tava manquejando feito pé-de-bate-banha. Eu andava pelas caçada e só iscutava as gaitada dos pessoá mangado deu. Aquilo tava ficano uma estrovenga, um estrupiço.
Mai eu sai andando inté chegar na banca de um bá. Tava lá uns pessoa bebeno e me dissero.
- Dona Pastinha, o que a sinhora ta picurando?
- Eu to picurando a banca da fia de Vandin que vai sê hoje. – Dixe eu já cun jeito reimoso.
- Mai a sinhora vai pricurar muito, pois, a banca dela é hoje, dia 28 de malço, lá in Natá.
- Natá? – Priguntei eu já fulêrada da vida.
- Sim! Lá in Natá, num ta de Bar do Quebra Osso, vai ter uma festa danada. A banca é lá.
Ora mais será o Benedito homi. Eu digo é vôte. Eu digo é valha. Uma cabrita dessa, diz que vai se assentar numa tá de banca e num diz adonde é. E noi fica amalucadazinha feito uma barata bêba pricurno e nun acha. A agora ela vem me dizer que os negoço vai sê tudo in Natá, num ta de Bá do Quebra Osso. Isso é lá nome de bá... isso é nome de açougue. Né não? Eu digo é vote.
Mas a bichinha, ta assim mermo... amalucada, toda desmilinguida cuns distrupicio qui aconteceu pra ela fazer a tá de tese de dôtora dela. Agora, vai ser a festa. Vi dizer que foi todo mundo... menos eu... nun deixaro. Eu falei cun ela tarde da noite e ele, nen gostou, pois tava drumindo, ficou cun raiva deu não, foi? Mas eu falei pra priguntar uns negóço e dizer pruns pessoá qui fôru lá.
Acho qui ela vai butar os retrato da festa no brog. Tumara qui bote... eu to doida pra ver.
A festa da dotôra qui fez dotorado na ispanha.. É xiqui a bichinha. Né não? Eu digo é valha. Taí... rá, raí.
Mas tai, vige, demais até. Né não?
Disseru que agente tinha de ir vê ela numa tá de banca. Pois bem, eu fui. Mas, fiquei me priguntando cumigo mêrmo. “ Cumigo mermo, adonde é essa ta de banca?”. Sai disortientadazinha. Passei no mercado, na banca de Maria Gorda, ela nun tava lá. Fui pelo beco das quatro boca na banca de jogo de barai de amiguin, ela nun tava lá. Dispois cheguei numa casa qui tinha assim iscrito na parede. PARA TODOS, banca de jogo de bicho, tumém ela nun tava lá. E eu sai picurando. Sabia que eu ia incrontar. Mermo cuns meus pés produjicado de tanto andar, mai eu fui. Saí... têi, têi, têi... Cheguei na banca do peixe. Tava Bôzera vedeno carapeba da barraca, tinha cação, piaba, tudo, tudo, mas ele, nun tava lá.
Entonces eu dixe: “Mai será o Binidito. Qui essa cabrita ta me descompondo e eu nun sei?” E fui im frente cheguei numa banca de bolo da isquina do mercado... e ela? Não, nun tava tumem não. E eu fui me apoquentando, ficando inquricada, tendo que expromentar aquilo tudo, já tava manquejando feito pé-de-bate-banha. Eu andava pelas caçada e só iscutava as gaitada dos pessoá mangado deu. Aquilo tava ficano uma estrovenga, um estrupiço.
Mai eu sai andando inté chegar na banca de um bá. Tava lá uns pessoa bebeno e me dissero.
- Dona Pastinha, o que a sinhora ta picurando?
- Eu to picurando a banca da fia de Vandin que vai sê hoje. – Dixe eu já cun jeito reimoso.
- Mai a sinhora vai pricurar muito, pois, a banca dela é hoje, dia 28 de malço, lá in Natá.
- Natá? – Priguntei eu já fulêrada da vida.
- Sim! Lá in Natá, num ta de Bar do Quebra Osso, vai ter uma festa danada. A banca é lá.
Ora mais será o Benedito homi. Eu digo é vôte. Eu digo é valha. Uma cabrita dessa, diz que vai se assentar numa tá de banca e num diz adonde é. E noi fica amalucadazinha feito uma barata bêba pricurno e nun acha. A agora ela vem me dizer que os negoço vai sê tudo in Natá, num ta de Bá do Quebra Osso. Isso é lá nome de bá... isso é nome de açougue. Né não? Eu digo é vote.
Mas a bichinha, ta assim mermo... amalucada, toda desmilinguida cuns distrupicio qui aconteceu pra ela fazer a tá de tese de dôtora dela. Agora, vai ser a festa. Vi dizer que foi todo mundo... menos eu... nun deixaro. Eu falei cun ela tarde da noite e ele, nen gostou, pois tava drumindo, ficou cun raiva deu não, foi? Mas eu falei pra priguntar uns negóço e dizer pruns pessoá qui fôru lá.
Acho qui ela vai butar os retrato da festa no brog. Tumara qui bote... eu to doida pra ver.
A festa da dotôra qui fez dotorado na ispanha.. É xiqui a bichinha. Né não? Eu digo é valha. Taí... rá, raí.
(Gio): P... nenhuma. Tenho nada pra festejar. Eu só agradeço por isso. Mas festa? Não sinto vontade. E não teve festa alguma nesse tá de Quebra Osso.
sexta-feira, 28 de março de 2008
CONSOLO QUE NÃO CONSOLA

"Tia" Dôtora:
Onde anda o pôlvo??? Mudalo de BLOGI???
Nem ti avisaram, tia??? fulelagem, né?????
CONSOLO
CONSOLO
(Gio): Sumiram mesmo... Vou pedir ao delegado pra investigar a origem desse abandono e traição. Deixe estar e chegar o relatório da investigação que eu anuncio.
Tô pensando até em fazer uma pesquisa nesse Blog...
CIVILIZAÇÃO E ÉPOCA

Caros blogueiros
A páscoa passou? Acho que não. Vejo que ela está dentro da gente. A oportunidade de mudar, reestudar, rejuvenecer idéias e práticas é uma ordem para todos nós, no dia a dia. Se a páscoa passou, então, feliz Natal. Ou feliz Macau? Parabéns, Giovana, pelo intento acadêmico conquistado, sem apadrinhamento, por méritos próprios. Já que você disse que eu posso dizer, te digo: deus te abençoe. Em anexo, artigo Civilização e época, que foi a público no vespertino O Jornal de Hoje, em 27/3/2008.
Um abraço.
Renan
A páscoa passou? Acho que não. Vejo que ela está dentro da gente. A oportunidade de mudar, reestudar, rejuvenecer idéias e práticas é uma ordem para todos nós, no dia a dia. Se a páscoa passou, então, feliz Natal. Ou feliz Macau? Parabéns, Giovana, pelo intento acadêmico conquistado, sem apadrinhamento, por méritos próprios. Já que você disse que eu posso dizer, te digo: deus te abençoe. Em anexo, artigo Civilização e época, que foi a público no vespertino O Jornal de Hoje, em 27/3/2008.
Um abraço.
Renan
CIVILIZAÇÃO E ÉPOCA
Um curso é um fluxo. Aula dirigida, bola de fio desenrolando, a um fim determinado. Mansinho, envolvente, culmina num resultado. Lembro minha primeira lição no Curso de Datilografia Presidente Médici, em Macau, no início dos anos 1980. Cérebro, mãos, dedos, teclado. O tac tac do martelete. O cilindro do papel, o espaçador das linhas, a disposição das barras dos tipos, a fita entintada. A cada pensamento fugidio, um dedo afundava entre as letras. Não desanimava. Afinal, depois de aprender o manuseio dum invento tecnológico que imprime o alfabeto, ninguém será o mesmo. Isso, hoje. Pense o leitor nesse dote, naquela época. Oh! Notável avanço. Para tal, fui orientado. Foi papai. Disse-me ele: Renan, precisas saber usar a máquina de escrever. Toque luminoso. Segui adiante.
O professor João Elias tirava dúvidas e nos incentivava, sem enfado. Logo no exercício nº 1, percebi que os dedos são diferentes em agilidade e firmeza. Asdfg asdfg asdfg... Quando o indicador tocava “f” “g”, meu dedo mínimo involuntariamente abandonava o pouso no “a”. Repliquei: Está difícil manter o dedo mindinho pousado na tecla “a”, principalmente quando teclo o “g”. João, paciente, respondeu: Tem razão, esse dedo é meio órfão de habilidade. Amigo leitor, exercer o direito de datilografar com certa rapidez e eficácia é muito útil. Habituado à máquina, declinei na caligrafia. Vou te contar. Após passar no exame de admissão ao ginásio, estudei a 5ª série com Servílio Sena, na recém inaugurada Escola Estadual José Olavo do Vale, situada na histórica Rua do Cruzeiro. Servílio, inteligente, ágil jogador de futebol, era hábil no escrever à mão. Prestei atenção, o imitei e melhorei minha escrita de próprio punho. Virei datilógrafo. Regredi no desenho dos caracteres representativos dos fonemas.
A aula de datilografia se dava em um imóvel situado na Rua Martins Ferreira, Centro. A mesma via pública de minha residência, só que do lado oposto. Do lado de cá, no mesmo trecho, o comércio de Afonso Delmiro, pai de José Antonio, recentemente chefe do poder executivo local em dois mandatos; a Drogaria Bom Jesus, pertencente a meu pai, ex-deputado Floriano Bezerra; a morada do imortal poeta Edinor Avelino; os fundos da casa de José Tomaz; a Distribuidora Macauense de Veículos, DISMAVEL, de vovô José Ribeiro da Costa; o nosso lar, com área, batente popular ao ar livre, beco, quintal, mamoeiros, banheiro, galinheiro, casinha de pombos e escada para um quarto separado; o domicílio de Virgílio Barbosa; o Palácio Presidente Médici, sede do poder legislativo, e a tipografia de José Heliodoro de Oliveira, três vezes vereador e três vezes prefeito. Remontando o quebra-cabeça, em 1963, Lincoln Gordon, embaixador estadunidense, visitou Macau. O golpe militar deu-se em 1964. Vinte anos de acintoso regime ditatorial. Então, o que Macau não é, é o que deixou de ser, devido à contundente e atrasada repressão política.
Em casa, no aposento separado, ouvi música numa pequena radiola, menor que um LP, li revista, jornal e livro. Recebi pessoas, analisei conjuntura, escrevi, tracei planos. Bons tempos. Agora, em 2008, pesquisa revela que 26% dos brasileiros admitem a tortura, índice que chega a 42% nos estratos sociais mais privilegiados. A Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal passou a ser presidida por um parlamentar da bancada da bala. Crise civilizacional e contradições de uma época. Falam até numa revolta dos famintos. Ah! O curso de datilografia já não existe. O prédio da Câmara Municipal hoje se chama Palácio Afonso Solino. Sim, Afonso Solino Bezerra, irmão de vovó Querubina, esposa de Venâncio Zacarias de Araújo, fundador do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Extração do Sal de Macau e ex-prefeito.
Alegria no cotidiano. Canindé, o Bigode, torcedor do América, frentista em Nova Parnamirim, com dois dedos, cordas vocais e o céu da boca, imita apito de juiz de futebol, guarda de trânsito, e vários pássaros. Isaac Newton, meu sobrinho, internauta iracundo, é profundo em segredo de informática. Isaac segue na velocidade da juventude. Eu, neo-romântico, cavalgo na fagulha do relâmpago que lampeja fraternidade. Avivo-me no trovão, abraço a chuva. Esperando o ramalhete de sol vindo do cais, atualmente, num computador, sem comodismo intelectual, busco excitação e inspiração para escrever.
Renan Ribeiro de Araújo – Advogado
quinta-feira, 27 de março de 2008
FELIZ PÁSCOA!!!! (Atrasado pela adm do BLOG)

Em virtude do último paredão do BBB e da minha banca de defesa, estive afastada (quase baleada), mas sobrevivi. Agora estou no vazio da falta de inspiração para escrever qualquer coisa que seja. Só quero o ócio... Enfim, a tese teve FIM.
De qualquer maneira, estou considerando que o pôvo tirou férias do Blog.
Desculpe aí, Luiz
Caros(as) Amigos(as)
Resolvi fazer uma mensagem de Páscoa para que pudesse homenagear a nossa amizade.
Pensei em algo para ser simples, pois meu desejo é um só: Sempre compartilhar de sua amizade.
E’ fazer você sentir o quanto é importante ter amigo.
A vida agitada nos deixa um pouco de fora da vida dos amigos,
e no nosso dia-a-dia parece que não sobra tempo
para dizermos o quanto as pessoas que estão ao nosso redor são importantes para nós...
Senti necessidade de dizer o quanto você é importante...
E foi por isso que eu resolvi aproveitar esta época de Páscoa
para largar tudo o que estava fazendo e te mandar esta mensagem...
Quero dizer que sua amizade é preciosa para não apenas para mim, mas também, para minha Família. E que você
estará sempre num lugar especial em nossas vidas.
Assim desejamos uma...
Feliz Páscoa...
Que é um Momento para ser capaz de mudar,
De partilhar a vida na esperança,
De lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
De ajudar mais gente a ser gente,
De viver em constante libertação,
De crer na vida que vence a morte.
De dizer sim ao amor e à vida,
De investir na fraternidade,
De lutar por um mundo melhor,
De vivenciar a solidariedade.
De renascimento, é recomeço,
De uma nova chance para melhorarmos
as coisas que não gostamos em nós,
Para sermos mais felizes por conhecermos
a nós mesmos mais um pouquinho.
De vermos que hoje...
somos melhores do que fomos ontem.
Feliz Páscoa, cheia de paz, amor e muita saúde!
Um fraternal abraço com sabor de chocolate!!!
Resolvi fazer uma mensagem de Páscoa para que pudesse homenagear a nossa amizade.
Pensei em algo para ser simples, pois meu desejo é um só: Sempre compartilhar de sua amizade.
E’ fazer você sentir o quanto é importante ter amigo.
A vida agitada nos deixa um pouco de fora da vida dos amigos,
e no nosso dia-a-dia parece que não sobra tempo
para dizermos o quanto as pessoas que estão ao nosso redor são importantes para nós...
Senti necessidade de dizer o quanto você é importante...
E foi por isso que eu resolvi aproveitar esta época de Páscoa
para largar tudo o que estava fazendo e te mandar esta mensagem...
Quero dizer que sua amizade é preciosa para não apenas para mim, mas também, para minha Família. E que você
estará sempre num lugar especial em nossas vidas.
Assim desejamos uma...
Feliz Páscoa...
Que é um Momento para ser capaz de mudar,
De partilhar a vida na esperança,
De lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
De ajudar mais gente a ser gente,
De viver em constante libertação,
De crer na vida que vence a morte.
De dizer sim ao amor e à vida,
De investir na fraternidade,
De lutar por um mundo melhor,
De vivenciar a solidariedade.
De renascimento, é recomeço,
De uma nova chance para melhorarmos
as coisas que não gostamos em nós,
Para sermos mais felizes por conhecermos
a nós mesmos mais um pouquinho.
De vermos que hoje...
somos melhores do que fomos ontem.
Feliz Páscoa, cheia de paz, amor e muita saúde!
Um fraternal abraço com sabor de chocolate!!!
quinta-feira, 20 de março de 2008
FELIZ PÁSCOA!!!

“Eu vos dou um novo mandamento:
Que vos ameis uns aos outros,
Que vos ameis uns aos outros,
Assim como eu vos amei”, disse o Senhor
“Que vos ameis uns aos outros,
Assim como eu vos amei”, disse o Senhor.
Evangelho de Jesus Cristo, segundo S. João. João 13. 1-151
1Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.
2Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus.
3Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava,
4levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura.
5Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido.
6Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: "Senhor, tu me lavas os pés?"
7Respondeu Jesus: "Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás".
8Disse-lhe Pedro: "Tu nunca me lavarás os pés!" Mas Jesus respondeu: "Se eu não te lavar, não terás parte comigo".
9Simão Pedro disse: "Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça".
9Simão Pedro disse: "Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça".
10Jesus respondeu: "Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos".
11Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: "Nem todos estais limpos".
12Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: "Compreendeis o que acabo de fazer?
13Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou.
14Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros.
15Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz".
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
Aos amigos, uma feliz Pascoa!
Deixo para reflexão, este Evangelho, para possamos olhar dentro de cada um de nós e colocarmo-nos diante de tanta dor. "A DOR DE JESUS!" E sabermos que nossas dores não são senão uma purificação das nossas Almas.
O meu abraço da Paz para todos.
do amigo Kinkas.
quarta-feira, 19 de março de 2008
PARABÉNS PRA ELIS
Elis vive! Gracias a la vida!!!!!!!
Parabéns, ELIS REGINA CARVALHO COSTA, no dia do seu aniversário.
Chico Ilo
(fugitivo da clausura)
Parabéns, ELIS REGINA CARVALHO COSTA, no dia do seu aniversário.
Chico Ilo
(fugitivo da clausura)
FELIZ PÁSCOA
"Tia" (GIO):
"Papi" hoje tava aperreado. Aço QUI É A TAL CLAUSURA. Paleçe qui tava ruendo, visse? danou-se a ouvi a madame perfumada. Ai, ele falou-me:
" - Quando se fecharem todos os bares, não haverá mais revolução." Será qui ele também tá leleca, tia? Tu fala com ele?
Um selo e uma Feliz Páscoa, viu, tia?
CONSOLO
"Papi" hoje tava aperreado. Aço QUI É A TAL CLAUSURA. Paleçe qui tava ruendo, visse? danou-se a ouvi a madame perfumada. Ai, ele falou-me:
" - Quando se fecharem todos os bares, não haverá mais revolução." Será qui ele também tá leleca, tia? Tu fala com ele?
Um selo e uma Feliz Páscoa, viu, tia?
CONSOLO
PARA TODOS QUE HOJE FAZEM O BLOG

A todos vocês, que durante todo o ano me fazem reencontrar o significado de viver, apesar das múltiplas dores e dificuldades às quais a vida nos sujeita em suas rotineiras "paixões", e cujas presenças e amizade são sempre motivo de ressurreições de sentimentos puros, confortantes e iluminados.
Que não restem desse Domingo apenasinumeráveis embalagens de bombons e ovos de chocolate pela casa, mas a lição da alegria inocente das crianças; não apenas espinhas de peixe, pratos vazios, restos de fartura,mas a fé, que alimenta a alma; não apenas garrafas de vinhos intermináveis, mas a embriaguez da alegria de viver, não apenas a casa desarrumada, mas a alma pacificada pelo perdão, pelo conforto da família e dos amigos, pela certeza de que vale a pena continuar, ressuscitar das dores, acreditar na misericórdia do Pai que, na sua maneira inexplicável de responder às nossas preces,quer apenas que sejamos humanos.
Boa Páscoa!
Gerusa
Que não restem desse Domingo apenasinumeráveis embalagens de bombons e ovos de chocolate pela casa, mas a lição da alegria inocente das crianças; não apenas espinhas de peixe, pratos vazios, restos de fartura,mas a fé, que alimenta a alma; não apenas garrafas de vinhos intermináveis, mas a embriaguez da alegria de viver, não apenas a casa desarrumada, mas a alma pacificada pelo perdão, pelo conforto da família e dos amigos, pela certeza de que vale a pena continuar, ressuscitar das dores, acreditar na misericórdia do Pai que, na sua maneira inexplicável de responder às nossas preces,quer apenas que sejamos humanos.
Boa Páscoa!
Gerusa
segunda-feira, 17 de março de 2008
RESPOSTA À PROPOSTA DE ROBSON

Formatada para atuar em tempos de escuridão política e Estado policial/repressor, a rapaziada que vai na frente e segura o rojão, agora na idade dos enta, desenvolveu prudência no pronunciar-se em público, principalmente pelos meios de comunicação. Nestes, o perigo residia no fato de as palavras receberem o registro de um documento. Hoje, dentro dos vinte anos do Estado Democrático de Direito, continuamos perseguindo a estratégia da democratização. A entrada em cena da estrada da informação, advinda do desenvolvimento cibernético, legou-nos o fabuloso mundo da internet. Com esta veio o Blog. Por ele nos reacostumamos à livre expressão bem pensada e respeitosa, mesmo que aqui e acolá seja divergente e emita reflexão crítica. O melhor é que expressamos nosso entendimento abertamente e colocomos em público pensamos pesoais, guardados no recôndico dos nossos sentimentos. Viva a nova era da comunicação!.
Prezado conterrâneo ROBSON. Achei mais que alvissareira sua iniciativa de propor uma discussão aberta sobre a abertura de um Centro Macauense. A idéia é ótima e acho importantíssimo que consigamos implementá-la. Joga teu i-imeio no blog da Gio e amiudarei entendimentos contigo.
Abraços e boa páscoa a todos.
Renan
(Gio): Oi, Renan, que festejemos todos esse direito adquirido e nos mantenhamos sempre alerta, pois apesar de conquistado, ainda acho muito pouco consistente.
Outra coisa, tenho por princípio não divulgar emails neste blog. Farei a comunicação entre vocês (ambos receberão um email com os respectivos emeios). Ok? Abs.
POESIA E COISA E TAL

Queridos blogueiros renitentes na construção de um meio de comunicação que gere união, Segue anexo o artigo Poesia e coisa e tal. Foi a público nesta segunda-feira, dia 17/03/2008, no vespertino O Jornal de Hoje. Renan
Para os amigos, tudo; para os inimigos, a lei. Resignadamente falando, fosse só isso, estaria em boa conta. As intempéries que atingem 854 milhões de famintos, no mundo - 14 milhões, brasileiros -, prometem mais morte viva, em escala geométrica, daqui por diante. Neste artigo, pinto o quadro em letras, mas, sabe o leitor, ao vivo é ainda pior. Ao que me consta, não há solução à vista. A ínfima minoria plutocrata, monopolizadora da riqueza produzida pelo trabalho de todos os viventes da Terra, encarna espírito gozador, leviano, blasfemo. Casta que comunga na igreja do egoísmo fomenta o terrorismo e reza por quem lucra com a guerra. É a mesquinha legião do individualismo acima de tudo. Grupo que empunha manuais de religião, se auto-rotula religioso, mas não tem dó nem piedade dos bilhões de seres humanos escorraçados das condições dignas de vida. Leitor amigo, confesso, o neo-romântico exerce o livre arbítrio, o autodomínio, e se nega a ser partícipe em seita totalitarista. Nessa linha de raciocínio, escolheu viver, sobreviver, escapar, à margem da brutal ordem econômica e cultural dominante. Queria eu, leitor, fosse outra – construtora de generosidade e harmonia - a realidade.
Para os amigos, tudo; para os inimigos, a lei. A máxima, atribuída ao ex-presidente Artur Bernardes (1922-1926), incorporou-se ao modernismo do Estado Novo varguista, imiscuiu-se na era democrática pós 1945, ganhou foros de lei de segurança nacional durante a ditadura militar inaugurada em 1964, manteve-se na Nova República de Tancredo Neves e José Sarney, aprofundou-se no Brasil Novo de Collor e Itamar, acumpliciou-se com o “avanço” de FHC, e renovou-se, camuflado, no Novo Brasil, pintado por lulistas e aderentes. Não sou niilista, pessimista, mas, convenha generoso leitor, é dose. Ao que parece, a política brasileira virou pântano de areia movediça. Nesse contexto, o gostoso populismo do PIB, desdenhosamente anunciado pelo Presidente Lula da Silva, não passa de involução verde, mistura de expropriação predatória dos recursos naturais, com consumismo desenfreado e absurda concentração de terra e de renda.
Como diz o petroleiro Luis Antônio, filho de Bibi, é impossível a vida sem amizade. Sem amigo o conhecimento estreita, a cooperação perde o sentido, o horizonte desaparece, ou melhor, fica preso ao próprio umbigo. Na filosofia de quem não tem amigo, desatender o outro é a regra. Este só existe se trouxer divisa, medalha, ouro, propriedade, dinheiro e demais bens materiais. O sujeito perde noção do tempo, emaranha-se em contrariedades e contratempos, atrai fluído nocivo, formula escuridão. Amigos, amigos, negócios à parte. Talvez essa tenha sido a lógica que impulsionou a felonia petista contra a senadora Heloísa Helena. Enamorado de si, o cristão intumesce de baboseira e fica inerte quanto à ação benévola. Cospe o rosto poeta, avilta o laço família, erige feiúra e abraça o vil metal. Prostitui alguém e se isola em mansão, sob proteção de muro alto, grades enormes, ferrolhos coloniais e cadeados ultrapassados.
Caro amigo leitor, no 14 de março, Dia Nacional da Poesia, congratulei-me com os cientistas do verso, no Palácio da Cultura, em Natal. Vi Crispiniano Neto, presidente da Fundação José Augusto, fazer discurso pré-eleitoral. Com a cantoria dos cantadores de viola, entrei no clima da paixão. Encontrei-me com artistas que moram no meu coração: Romildo Soares, Pedro Mendes, Geraldo Carvalho, Nelson Rebouças, Zé Martins, Zé Ferreira, Manassés Campos e Ana Terra. Congratulamo-nos, trocamos informação e palavras de incentivo. Ouvi o resistente soar poético da Sociedade dos Poetas Vivos, e me alegrei. Legal foi o encontro com o élan progressista do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal do Rio Grande do Norte, na pessoa de Janilson Sales de Carvalho. Apaixonado por Macau, vibrei, efusivo, com cada povo salgado que encontrava. Ainda sobrou tempo para um papo reminiscente com o casal de fé, Jonas e Socorro, que assistiam ao show de Chico César, acompanhando suas filhas. Adquiri mais cultura brasileira, ao falar com o professor Belchior. De Macau, o mestre Tião Maia informa que por lá também rolou cantoria no dia da poesia, por conta do gênio criador de Milton Tavares, Raminho Costa e José Johnson, na Praça Dinarte Mariz. Pra terminar, e deixar espaço para os outros, o cantor e compositor Chico César lembrou para não se impacientar. A monarquia vai ruir e o rei vai cair. A República um dia chegará.
Renan Ribeiro de Araújo – Advogado
Para os amigos, tudo; para os inimigos, a lei. A máxima, atribuída ao ex-presidente Artur Bernardes (1922-1926), incorporou-se ao modernismo do Estado Novo varguista, imiscuiu-se na era democrática pós 1945, ganhou foros de lei de segurança nacional durante a ditadura militar inaugurada em 1964, manteve-se na Nova República de Tancredo Neves e José Sarney, aprofundou-se no Brasil Novo de Collor e Itamar, acumpliciou-se com o “avanço” de FHC, e renovou-se, camuflado, no Novo Brasil, pintado por lulistas e aderentes. Não sou niilista, pessimista, mas, convenha generoso leitor, é dose. Ao que parece, a política brasileira virou pântano de areia movediça. Nesse contexto, o gostoso populismo do PIB, desdenhosamente anunciado pelo Presidente Lula da Silva, não passa de involução verde, mistura de expropriação predatória dos recursos naturais, com consumismo desenfreado e absurda concentração de terra e de renda.
Como diz o petroleiro Luis Antônio, filho de Bibi, é impossível a vida sem amizade. Sem amigo o conhecimento estreita, a cooperação perde o sentido, o horizonte desaparece, ou melhor, fica preso ao próprio umbigo. Na filosofia de quem não tem amigo, desatender o outro é a regra. Este só existe se trouxer divisa, medalha, ouro, propriedade, dinheiro e demais bens materiais. O sujeito perde noção do tempo, emaranha-se em contrariedades e contratempos, atrai fluído nocivo, formula escuridão. Amigos, amigos, negócios à parte. Talvez essa tenha sido a lógica que impulsionou a felonia petista contra a senadora Heloísa Helena. Enamorado de si, o cristão intumesce de baboseira e fica inerte quanto à ação benévola. Cospe o rosto poeta, avilta o laço família, erige feiúra e abraça o vil metal. Prostitui alguém e se isola em mansão, sob proteção de muro alto, grades enormes, ferrolhos coloniais e cadeados ultrapassados.
Caro amigo leitor, no 14 de março, Dia Nacional da Poesia, congratulei-me com os cientistas do verso, no Palácio da Cultura, em Natal. Vi Crispiniano Neto, presidente da Fundação José Augusto, fazer discurso pré-eleitoral. Com a cantoria dos cantadores de viola, entrei no clima da paixão. Encontrei-me com artistas que moram no meu coração: Romildo Soares, Pedro Mendes, Geraldo Carvalho, Nelson Rebouças, Zé Martins, Zé Ferreira, Manassés Campos e Ana Terra. Congratulamo-nos, trocamos informação e palavras de incentivo. Ouvi o resistente soar poético da Sociedade dos Poetas Vivos, e me alegrei. Legal foi o encontro com o élan progressista do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal do Rio Grande do Norte, na pessoa de Janilson Sales de Carvalho. Apaixonado por Macau, vibrei, efusivo, com cada povo salgado que encontrava. Ainda sobrou tempo para um papo reminiscente com o casal de fé, Jonas e Socorro, que assistiam ao show de Chico César, acompanhando suas filhas. Adquiri mais cultura brasileira, ao falar com o professor Belchior. De Macau, o mestre Tião Maia informa que por lá também rolou cantoria no dia da poesia, por conta do gênio criador de Milton Tavares, Raminho Costa e José Johnson, na Praça Dinarte Mariz. Pra terminar, e deixar espaço para os outros, o cantor e compositor Chico César lembrou para não se impacientar. A monarquia vai ruir e o rei vai cair. A República um dia chegará.
Renan Ribeiro de Araújo – Advogado
domingo, 16 de março de 2008
COMO NOSSOS PAIS
"Tia" (GIO):
Agola non tô intendendo nadinha do qui tá no Blog, tia? o qui é qui tá si sucedendo? seus amigos e amigas tá ficando leleca?
"papi" e "mami" gotava mui de ELIS REGINA CARVALHO COSTA, que aniversaria dia 19 de março. Vamos cantar palabens pa ela?
Ela tinha um sorriso bunito, nela tia? chamavam ela de "pimentinha", é verdade tia? Coloca como nossos pais , no TUB, tia????
CONSOLO
Agola non tô intendendo nadinha do qui tá no Blog, tia? o qui é qui tá si sucedendo? seus amigos e amigas tá ficando leleca?
"papi" e "mami" gotava mui de ELIS REGINA CARVALHO COSTA, que aniversaria dia 19 de março. Vamos cantar palabens pa ela?
Ela tinha um sorriso bunito, nela tia? chamavam ela de "pimentinha", é verdade tia? Coloca como nossos pais , no TUB, tia????
CONSOLO
PEQUENA REFLEXÃO
Giovana, meus parabéns pelo seu objetivo alcançado.Segue este anexo para uma pequena reflexão. E para os que ainda estão só nos planos: Mais vale uma tentativa fracassada, do que nenhuma iniciativa. Esta frase eu ouví do Sr. Manoel Montenegro quando lecionava na escola Ressurreição, incentivado a turma a fazer o concurso p/a ETFRN. E eu segui ao pé da letra e sempre a uso quando estou em fase de projeto.
Um grande abraço, Luiz.
(Gio): Não coloquei o anexo porque o arquivo está .PPS.
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